domingo, 26 de abril de 2009

Jonh Lennox, matemático da Universidade de Oxford

O senhor pode ser um grande matemático, senhor Lennox, mas como filósofo, que lástima! É mais uma tentativa de pseudocientistas de desqualificar a ciência, ao dizer que (abramos as aspas) origem de Deus é questão absurda (fechemos as aspas). Absurda é a ideia da existência de um criador, senhor Lennox. Seus argumentos a favor do criacionismo são de uma falta de lógica primária de dar dó. Acha-se à altura de Richard Dawkins, autor de DEUS, UM DELÍRIO, mas sua argumentação cai sempre naquilo que é mais primário e impossível de contra-argumentar: a fé. Ou seja, o senhor apenas crê na existência de um deus, o que não quer dizer que ele exista. Além disso, esse negócio de “design inteligente” para explicar a origem da vida ou do universo é conversa mole para boi dormir. Ciência e fé não se misturam, senhor Lennox. São categorias absolutamente estanques do conhecimento humano. O senhor pode ser um cientista e acreditar em um deus, é problema seu. Mas vir argumentar como ciência uma bobagem como o “design inteligente” (que de inteligente só tem o nome) é de uma estupidez que só páginas de jornais conservadores como o Estadão e outros publicam. Chega disso, senhor Lennox, dessa besteirada obscurantista. Vá procurar uma boa lavadeira que lhe dê um bom pedaço de SABÃO bem duro e VÁ LAMBÊ-LO bem lambido, até que sua língua de falso cientista possa produzir coisa melhor.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Sílvio Costa, deputado do PMN / PE

Tive muitas dúvidas, senhor Sílvio Costa, ao escrever essas minhas mal traçadas linhas hoje. A primeira dúvida era se daria ao senhor o beneplácito de tirá-lo da semiobscuridade da Câmara, para colocá-lo sob os holofotes dessa minha coluna, por mais humilde que ela seja. A segunda dúvida era se não estaria chutando cachorro morto, na sua pessoa, senhor Sílvio Costa, já que a mídia tem batido forte em gente como o senhor. Tive outras dúvidas, mas deixa pra lá. Resolvi que suas palavras mereciam algum comentário. O senhor, ilustre deputado, declarou que (que se abram as aspas) quer dizer que agora eu venho a Brasília e minha mulher fica lá? Não é uma decisão correta. Foi uma decisão acuada da Mesa (que se fechem as aspas). Então, senhor Sílvio, o senhor quer que nós, contribuintes brasileiros, paguemos a estada de sua senhora em Brasília... porque o senhor não pode ficar alguns dias por semana sem ela... Que gracinha! Que amor de marido o senhor é, não? Não pode ficar nem um dia sem a patroa... desde que nós paguemos a conta, não é? Ora, senhor deputado, o senhor, juntamente com todos os demais que estão a chorar o leite derramado do fim das mordomias e da farra das passagens aéreas com o nosso rico dinheirinho, VÁ LAMBER SABÃO, um daqueles sabões antigos, redondos, feitos de sebo de boi e cinzas que nossas avós faziam, para deixar bem limpinha a sua língua, para que o senhor a utilize para outras coisas bem mais prosaicas!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Sandra Cavalcanti, ex...(qualquer coisa da ditadura)

Ressurreição dos mortos: eis uma coisa que não entendo, neste País. Os mortos-vivos estão por todo lado. No Congresso, nos Governos Estaduais (agora mesmo, o de São Paulo ressuscitou um ex-ministro da Educação), nas Assembléias, nas Câmaras e, claro, na imprensa. A senhora, dona Sandra Cavalcanti, está morta e enterrada há tempos. Desde os funestos anos da ditadura, que a senhora apoiou e de cujos governos participou. Agora, o Estadão vem tirá-la de seu descanso (que era para ser eterno, dona Sandra), para a senhora dizer que (abram-se as aspas) a atual geração acha que o 31 de Março (assim mesmo, com letra maiúscula!) foi um golpe militar. Não foi. O verdadeiro golpe foi tramado por Brizola e deu errado (fechem-se as aspas). Ora, dona Sandra, que é isso? Depois de a Folha de São Paulo dizer que no Brasil não houve ditadura, e sim uma “ditabranda”, agora a senhora, sob o beneplácito do Estadão, vem dizer que não houve golpe? Sabemos todos que essa nossa grande imprensa é tudo farinha do mesmo saco (e deviam ir todos lamber sabão), mas a senhora não precisava ir tão longe. Então, o culpado do golpe foi o Brizola! Muito engraçado, dona Sandra, e é por isso que não posso perder a oportunidade de mandar a senhora lavar essa sua boca suja de quem serviu, e muito bem, aos governos militares! VÁ LAMBER SABÃO, dona Sandra Cavalcanti, para ver se fica quieta no seu canto, como uma morta-viva boazinha, que já temos gente ressuscitada demais neste País!

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Kátia Abreu, Senadora






A senhora, dona Kátia Abreu, podia bem ficar calada, mas dizer que (abram-se as aspas) não quero pregar terror, mas é preciso cautela (fechem-se as aspas), com a nítida intenção de, como presidente da Confederação Nacional da Agricultura, pregar boicote ao governo Lula, orientando os seus filiados a reduzirem a área de plantio, com o pretexto da crise internacional, não é só um crime contra o governo, mas um crime contra o povo. Fica claro, dona Kátia, que a senhora e seus apaniguados não têm nenhum compromisso com o povo, com a nação, apenas com a política, com eleições. Tenho muito medo de gente como a senhora, Dona Kátia, porque foi exatamente gente como a senhora e os grandes proprietários de terras, os latifundiários da época, que fomentaram, promoveram e financiaram o golpe contra a democracia em 1964. Eu não esqueço isso, não, dona Kátia. E vejo com muita preocupação esse tipo de coisa, vindo de uma pessoa como a senhora, dentro de um partido de tendências golpistas como o famigerado DEM. Por isso, dona Kátia Abreu, pense bem no que anda fazendo e falando, porque eu acho que essa besteira que senhora falou merece que eu lhe diga, com todas as letras: VÁ LAMBER SABÃO, para ver se limpa também essa sua cabecinha de extrema direita golpista.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Cristovam Buarque, Senador

Embora em tenha esclarecido, depois, que suas palavras eram irônicas e que jamais proporia tal medida, o senhor, Senador Cristovam Buarque, não poderia brincar com uma coisa dessas. O que o senhor disse – que seria melhor propor um plebiscito para o povo decidir se fecha ou não o Congresso Nacional – foi de uma infelicidade a toda prova. O senhor, Senador, está confundindo, como, aliás, muita gente (até da mídia) a instituição Congresso Nacional com um bando de biltres que tem freqüentado as colunas policiais, embora sejam representantes do povo, eleitos como Deputados e Senadores. O povo erra, senhor Senador, votando nessa cambada. Mas o povo não pode ser levado a confundir uma Instituição fundamental à democracia com esses indivíduos, com esses ladrões e mentirosos que aparecem por aí. Por isso, Senador, por sua inabilidade, por sua brincadeira de mau gosto, eu só posso desejar que o senhor, Senador Cristovam Buarque, VÁ LAMBER SABÃO, de preferência em outra freguesia, bem longe do Congresso Nacional, que eu espero, um dia, tenha melhores representantes.