segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Mahmoud Ahmadinejad, Presidente do Irã
Não apenas por suas palavras de negação do holocausto, o que o torna uma figura meio grotesca, senhor Mahmoud Ahmadinejad, mas também por sua subserviência a um grupo de sinistros aiatolás que verdadeiramente comandam o seu País. Difundem eles, com sua anuência, doutrinas antidemocráticas e de valores totalmente contrários aos direitos humanos, principalmente incentivando e protegendo a opressão às mulheres, através da obediência cega às leis absurdas e ultrapassadas do Corão. Além de tudo, senhor Mahmoud Ahmadinejad, o senhor desenvolve uma política agressiva contra vizinhos e, principalmente, engana, ou pensa que engana, todo o mundo com essa história de desenvolvimento nuclear, já que o senhor quer, mesmo, é construir bombas atômicas. O senhor é um perigo para a humanidade, senhor Mahmoud Ahmadinejad e, por isso, pelo conjunto da obra, eu quero que o senhor VÁ LAMBER SABÃO.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Roberto Requião, governador do Paraná
Combato, aqui, senhor Requião, todo e qualquer tipo de preconceito. Não posso admitir que, principalmente uma autoridade, faça piadinhas idiotas com grupos de pessoas ou com qualquer pessoa acerca de sua sexualidade. Isso não pode continuar acontecendo! Dizer que (as malditas aspas, por favor) embora hoje o câncer de mama seja uma doença masculina também (fechemos as aspas, por enquanto) já é de ignorância acima de qualquer suspeita, já que o câncer masculino de mama não é algo que ocorra agora, apenas não foi detectado antes, mas acrescentar que (de novo as malditas aspas para esse cretino) deve ser consequência dessas passeatas gay (fechemo-las, as aspas, rápido) só pode mesmo vir de um cérebro tosco como o do senhor, governador Requião. E olhe que estou sendo bonzinho, ao chamá-lo de tosco, porque idiotas que falam merda como essa merecem, mesmo, adjetivos bem mais pesados, se é o que senhor sabe pelo menos o que é adjetivo. Mas, já que não posso, por questão de educação, dizer tudo o que eu penso a respeito desse tipo de preconceito, que precisa, urgentemente, acabar, vou, por enquanto, mandá-lo LAMBER SABÃO, para ver se limpa essa boca suja e esse cérebro de homem das cavernas que o senhor tem!
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quarta-feira, 23 de setembro de 2009
André Puccinelli, governador do Mato Grosso do Sul
Que coisa mais feia, hem senhor Puccinelli? Vai precisar de muito, mas muito sabão para lavar essa sua língua de troglodita! Chamar alguém de (abre aspas) viado (fecha aspas) já é horrível, dizer que vai (abre aspas) correr atrás dele e estuprá-lo em praça pública (fecha aspas) é muito mais do que horrível: é passar recebido de truculência e estupidez. E se o alvo de suas diatribes é um Ministro de Estado, no caso, o Ministro Carlos Minc, porque há um projeto do Governo que tenta proteger o Pantanal, o seu Estado, senhor Puccinelli, contra a deterioração que provocaria ao meio ambiente o cultivo de cana, isso é de uma grosseria que nem o nome do seu estado, senhor governador, justifica. Que o senhor defenda os interesses dos ruralistas plantadores de cana, a gente até respeita, embora não concorde com suas opiniões, mas, numa democracia, em que há uma Federação de Estados, em que deve prevalecer a vontade da maioria e, mais ainda, o bem-estar dessa maioria em detrimento de grupos que só almejam o lucro, isso não se pode perdoar, senhor Governador. Eu acho que, no seu caso, só LAMBER SABÃO não basta: o senhor precisaria, pela sua burrice, estupidez e grosseria, ser afastado até mesmo de qualquer cargo público. Nenhuma autoridade que se preze pode dizer tal asneira, sem punição, senhor Puccinelli e, já que não posso eu mesmo dar-lhe um belo cartão vermelho e um processo por suas palavras estúpidas, fica aqui o meu protesto, com um enorme, imenso VÁ LAMBER SABÃO!
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sábado, 12 de setembro de 2009
William Bonner, redator e apresentador do Jornal Nacional da Rede Globo
Primeiramente, palmas, muitas palmas, pela competência técnica do telejornalismo da Globo, pela excelência de seus jornalistas etc. etc. etc. No entanto, senhor Bonner, o telejornal hoje pilotado pelo senhor, ao completar quarenta anos, tem uma história muito pouco democrática para comemorar. Está certo, sim: houve bons momentos de bom jornalismo em todos esses anos. Você pode comemorar, sim, senhor Bonner. Mas, nós, brasileiros, não vamos nos esquecer nunca suas derrapadas históricas, como a demora dos senhores em cobrir o movimento das Diretas Já. Só entraram na cobertura do movimento que mobilizou o Brasil, e assim mesmo timidamente, depois que viram ser um anseio nacional que não podia ser desprezado. E mais: os senhores poderiam perder audiência. Também não vamos nos esquecer jamais, senhor Bonner, da tentativa golpista do telejornalismo global para impedir a eleição de Leonel Brizola governador do Rio. Está, também, muito nítida em nossa lembrança a famosa edição do último debate entre o famigerado Collor de Melo (o candidato que a Globo inventou) e Lula, quando editaram vergonhosamente o jornal em favor daquele falso caçador de marajás, levando o metalúrgico a perder uma eleição que estava ganha. E depois, todos viram no que deu o governo do seu candidato. E há ainda e sempre a sua defesa intransigente do ideário neoliberal demotucano que levou à venda a preço de bananas inúmeras empresas do Governo Brasileiro (e, portanto, do povo) pelo seu queridinho de sempre, um dos piores presidentes que o Brasil da já teve, o famigerado Fernando Henrique Cardoso. E há sempre a tentativa de manipulação das mentes do povo brasileiro, em se tratando de defesa de interesses difusos da Globo, com coberturas jornalísticas claramente tendenciosas, como fizeram a favor do picolé de chuchu, Geraldo Alckmin quando candidato à presidência. Portanto, senhor Bonner, apesar de todo um histórico de belas reportagens, o senhor esconde o lado negro, muito negro, do seu Jornal Nacional. Nem preciso lhe abrir aspas para lhe dar a palavra, senhor Bonner, porque o senhor já a tem todos os dias, no mais poderoso veículo de comunicação que este País possui. Portanto, senhor Bonner, para não continuar mantendo esse veículo de forma tão tendenciosa e contra os interesses do povo brasileiro, para que, um dia, quem sabe, possamos realmente comemorar mais uma data redonda de um jornalismo não só competente, mas também honesto e isento de manipulações sacanas e mesquinhas, quero que o senhor VÁ LAMBER SABÃO, sim, muito sabão.
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domingo, 23 de agosto de 2009
Pedro Simon, senador da República/RS
Já houve um tempo, sim, senhor Pedro Simon, que tive até certa admiração para com o senhor. Vinha com uma aura de democrata, de pessoa inteligente, confiável. Mas, atualmente, senhor Simon, que vergonheira! Está bem, o seu desafeto de partido, que o senhor ajudou a eleger presidente do Senado, não é lá flor que se cheire. Aliás, em matéria de cheiro, o senhor não é lá grande coisa, também não, mas quem sou eu para apontar dedo em riste como o senhor tem feito sistematicamente, como um anjo vingador, senhor de todos os mistérios, apocalíptico, como todo moralista de plantão, essa gente insuportável que senta em cima da própria merda, para apontar a merda dos outros. O senhor, senador, é bem assim: dedo em riste, dramático, solene, impoluto com todo filho da puta que esconde suas próprias mazelas ofendendo e xingando os outros, como o fazem virgílios e álvaros, seus mais chegados companheiros de ódio e vingança. Agora, senador, o senhor me sai com está pérola (abro as aspas pro senhor, senador): esta casa é pior do que o inferno (fecho as aspas, senador). Ora, o senhor deve muito bem saber o que é o inferno, não é senador? Já esteve nele, principalmente durante a ditadura. E não aprendeu nada. Não trouxe nenhuma lição do inferno para fugir dele. Agarra-se a esse inferno, o Senado, como todos os demais que não podem perder a sinecura, o ganho fácil. Então, o dedo em riste, apoplético, como um demônio desse inferno de mordomias que o senhor insiste em não largar, joga para a arquibancada, de olho, com certeza, em uma nova eleição ou numa boquinha num pouco provável, mas possível, governo da turma do dedão sujo que arma todo dia um novo golpe para voltar ao poder. Se é isso aí um inferno, por que não renuncia, senador? Por que tanto sofrimento? Mas, não. O inferno tem compensações, tem ganho fácil, dá poder, dá visibilidade. Ora, ora, senador Pedro Simon, já que o senhor está aí nesse “inferno”, aproveite, convide o capeta e VÁ LAMBER SABÃO, mas um sabão daqueles que se fazia antigamente, de cinzas, já que o inferno é quente.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Wagner Negrão, “bispo” da IURD
O tal “bispo” aí, da famigerada Igreja Universal do Reino de Deus, saiu em defesa de seu patrão. E disse besteiras que, só mesmo o pobre povo iludido por essa igrejola caça-níqueis, fonte de enriquecimento de seus donos, pode acreditar. Arreganhem-se as aspas para o cretino: Sabemos que o inferno, meu Deus, que estava acomodado, gritou porque foi atingido. Isso é o diabo gritando, desesperado, porque pisamos na cabeça dele. Você, que trouxe o dízimo, trouxe algum voto, pega nas suas mãos uma oferta de fé, algo que você nem podia fazer, e só de raiva do diabo, faça mais do que ia fazer, em nome de Jesus (fechadas as aspas). Olha só a sua sacanagem, seu “biposinho” satânico: além de atribuir ao diabo as agruras policiais do seu patrão, que rouba os fiéis para injetar recursos nas suas empresas, você, seu “bispete”, ainda aproveita para achacar ainda mais o seu povo, exigindo dele mais sacrifício para espantar o demônio, ou seja, mais dinheiro para os cofres podres da sua igreja. Isso é mais do que sacanagem, seu “bispinho” de coisa nenhuma, isso é espoliação, é escracho, é zombar da ignorância alheia, é aproveitar-se da crença de um povo pobre e sofrido para tirar o pouco que tem, para manter as mansões de seu patrão, os carrões de patrão, os aviões de seu patrão, as empresas de seu patrão. Aliás, seu “bispinhosinho”, devia ser o seu patrão, o autoproclamado “bispo” e chefe dessa igrejola sacana, o senhor Edir Macedo, que eu devia estar aqui pondo abaixo. Mas, o VAI LAMBER SABÃO do dia é dedicado simbolicamente a você e a todos os seus outros parceiros de crime, em nome da fé. Um VAI LAMBER SABÃO múltiplo, para você, para todos os “bispos” da IURD e para o seu poderoso chefão, Edir Macedo!
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Fernando Collor, senador da República
Que medo, senhor Fernando Collor, quando o senhor, de dedo em riste, olhos esbugalhados à Jânio Quadros, tremendo todo de raiva, de ódio, tomou do microfone de apartes da sessão do Senado, ontem, 3 de agosto de 2009, para responder ao senador Pedro Simon! Que medo! Está certo, o Simon joga para a arquibancada, quando ataca duramente o Sarney, isso não nego. Mas não precisava de todo aquele ódio, ao dizer que (trementes aspas abertas) as palavras que o senhor acabou de pronunciar são palavras que não aceito. Quero que o senhor as engula agora, as digira e faça delas o uso que vossa excelência julgar conveniente (fechadas as medrosas aspas)! E sabe por que fiquei com medo, senhor Collor? Porque me lembrei de um antecedente: o seu pai! Sim, o seu velho, cara, que um num dia 5 de dezembro de 1963 assassinou, com um tiro no peito, o senador acreano José Kairala, em plena tribuna, quando pretendia matar seu inimigo político, o senador Sivestre Péricles e errou os três tiros. Pois, é: o velho Arnon de Mello podia muito bem estar ressuscitando ali, naquela sua raiva, naquele seu ódio, e uma desgraça podia estar se anunciando. Por isso, tive medo, cara. E se fosse eu o Pedro Simon, colocaria todos os meus fios de barba de molho em água morna, cara. Aliás, todos os demais senadores deviam fazer o mesmo, né? Se o senhor também for ruim de tiro como seu pai, vai saber pra quem pode sobrar, não é mesmo? Por isso, senhor Fernando Collor, sugiro que engula o senhor a sua ira e, antes de qualquer ato impensado, VÁ LAMBER SABÃO, juntamente com toda a corja que o acompanha!
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