
Eu sei que senhor, padre Givanildo, é um ilustríssimo desconhecido padreco de uma paróquia perdida de Brasília, e nem merecia as poucas linhas que lhe dedico, mas suas palavras idiotas servem bem para ilustrar uma certa forma de pensar de muitos amigos seus, católicos e evangélicos, principalmente. Sua paróquia toca sino para chamar os fiéis e enche o saco de todo mundo ao redor, que não é obrigado a ouvir isso, em suas casas, num claro desrespeito que os senhores religiosos têm para com as pessoas que não seguem suas crenças absurdas. Igrejas não são lugares sagrados, senhor Givanildo e senhores pastores: igrejas são lugares construídos de tijolos e cimento como qualquer bar, boate ou casa de espetáculo. Aliás, suas igrejolas são mais casas de espetáculo do que exatamente templos de culto, já que o deus de vocês é surdo e exige barulho para ser ouvido. E quando as pessoas reclamam, senhor Givanildo e senhores pastores, os senhores vêm com o papo estúpido de perseguição religiosa, como se todo mundo fosse obrigado a suportar o barulho que os senhores fazem. Por isso, senhor Givanildo, por ter dito que a multa imposta pelos órgãos públicos de Brasília como acinte ao (abram-se os parênteses para o idiota do padreco) nosso direito à liberdade de manifestação religiosa (fechem-se os parênteses!), e por ter-se referido, ainda, na mesma frase, a (abramos de novo os parênteses) guerra santa contra um herege (fechem-se de novo os parênteses), como se todo mundo que não concorda com o barulho estúpido que vocês fazem fosse um herege que mereceria (se ainda estivéssemos na época da santa inquisição) a fogueira, desejo que o senhor VÁ LAMBER SABÃO para limpar a sujeira de seus pensamentos e de sua estupidez, senhor Givanildo, padreco de Brasília, tocador de sino e, quiçá, de outras coisas mais, no escurinho da sacristia, sabe-se lá com quem!



Apesar de sermos ateus, ou não, pela graça de Deus, mande as pessoas laberem sabão, chupar prego, pentear macaco, catar coquinho, chutar bunda de frango, mais vezes.!!!
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